segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Relações interpessoais

Não sei escrever. Solto a mão e imaginação. Não sei o que dizer. Dou liberdade ao coração.

Quero escrever sobre ti, mas nem a mim me conheço. Vejo-te com os meus olhos da Ciência Natural à semelhança de um peixe: a água não é só um elemento para ti. És uma ave marinha, com liberdade suficiente, mas sem te afastares das tuas ondas. És um gato enroscado e deleitado, olhos pequenos e dourados, talvez como o sol na tua/nossa praia. Não tens as garras cortadas, e deixas a marca.
Não te conheço mais. Espero até estares mais definido no reino animal.
Agora vou murmurar sobre vocês. A vocês conheço-vos bem! “Meus queridos e adorados amigos, que nesta estação se dedicaram às nossas relações interpessoais.” Nem consigo soltar a mão para descrever como me alteraram este Verão. Estou mais consciente de quem me rodeia. E estou feliz. Já não murmuro, nem vou aumentar o tom de voz para falar de vocês. São desmesuradamente únicos e especiais para saberem que vocês existem.
Questiono-me acerca das relações interpessoais. Como se fizeram tão maravilhosas?

2 comentários:

iS disse...

O doce sabor da poesia por entrelinhas. :o) Gostei

João Regêncio disse...

são poucas as coisas que me surpreendem (pelo menos gosto de pensar assim)...esse post foi certamente uma delas =)